Enquanto na Europa a venda de calmantes diminuiu 30% nos últimos 10 anos, no Brasil os benzoadiazepínicos (como Valium, Rivotril e Lexotan) tiveram um aumento de 42% nos últimos 5 anos ( de 12 para 17 milhões de caixas comercializadas entre 2009 e 2013).
Esse levantamento foi feito pela Consultoria IMS Health, realizado a pedido da Folha de São Paulo.
Embora não haja um estudo sobre o perfil dos usuários, os especialistas apontam um aumento no uso por parte dos executivos e, avaliando o público em geral, constata-se o consumo sem supervisão médica e em doses muito maiores do que seriam recomendadas.
Esses remédios podem causar dependência e uma série de efeitos colaterais, como sonolência e problemas de memória.
"O uso deveria ser temporário, por dois ou três meses, mas há pessoas tomando por anos. É uma situação muito mais grave do que se pensa", afirma Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. Segundo ele, a falta de fiscalização sobre a venda dos psicotrópicos e a prescrição em demasia por médicos de outras áreas podem ser algumas das causas do excesso no consumo.
Nos países desenvolvidos, os médicos receitam cada vez menos e indicam um menor prazo no uso de tranquilizantes, até porque não há comprovação de que sejam eficientes a longo prazo.
Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor da Unifesp, a automedicação e a facilidade em se adquirir ou falsificar receituários ajudam no aumento desses índices, ainda mais entre as pessoas que têm dificuldades para dormir ou estão sempre aceleradas e em estresse contínuo.
Mas, em vez de abusar dos medicamentos, não seria melhor tentar mudar o estilo de vida ou investir em práticas alternativas?
A Êxito Consultoria é uma empresa de Recursos Humanos, sediada em Porto Alegre (RS), e que presta serviços direcionados a empresas, escolas e organizações públicas. Além das oficinas e cursos de capacitação, a Êxito Consultoria também atua na Consultoria de Recursos Humanos, Recrutamento e Seleção de Profissionais, Treinamentos, Avaliação Psicológica, Planejamento de Carreira, Hunting, Coaching, Pesquisa de Clima e Psicoterapia.
segunda-feira, 17 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Educação Sexual nas Escolas
A Organização Mundial da Saúde (OMS), agência da ONU, destacou a importância dos cursos de educação sexual nas escolas a partir dos 12 anos.
Esta diretriz faz parte das novas recomendações publicadas na semana passada, para que os jovens se familiarizem sobre o uso dos anticoncepcionais para evitar uma gravidez indesejada.
A pesquisa da OMS mostra que a melhor idade para informações sobre educação sexual é a partir dos 12 ou 13 anos, mas já seria plausível a partir dos 10 anos de idade.
O estudo também conclui que quase 222 milhões de jovens e de mulheres não desejam engravidar ou querem adiar a gravidez sem fazer uso de anticoncepcionais.
Segundo a agência da ONU, a educação sexual deve ser realizada em casa, mas também na escola, já que a maioria dos pais não conversam com os filhos sobre o assunto, especialmente na África. Por isso também, recomenda que todas as pessoas interessadas no uso de anticoncepcionais tenham acesso às informações sobre os diferentes métodos existentes.
Com estas medidas, a OMS espera que as adolescentes tenham a possibilidade de usar os métodos contraceptivos sem a autorização dos pais.
Esta diretriz faz parte das novas recomendações publicadas na semana passada, para que os jovens se familiarizem sobre o uso dos anticoncepcionais para evitar uma gravidez indesejada.
A pesquisa da OMS mostra que a melhor idade para informações sobre educação sexual é a partir dos 12 ou 13 anos, mas já seria plausível a partir dos 10 anos de idade.
O estudo também conclui que quase 222 milhões de jovens e de mulheres não desejam engravidar ou querem adiar a gravidez sem fazer uso de anticoncepcionais.
Segundo a agência da ONU, a educação sexual deve ser realizada em casa, mas também na escola, já que a maioria dos pais não conversam com os filhos sobre o assunto, especialmente na África. Por isso também, recomenda que todas as pessoas interessadas no uso de anticoncepcionais tenham acesso às informações sobre os diferentes métodos existentes.
Com estas medidas, a OMS espera que as adolescentes tenham a possibilidade de usar os métodos contraceptivos sem a autorização dos pais.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Assédio Moral
Possivelmente o assédio moral sempre tenha existido, mas foi só a partir dos anos 80 que começou a ser estudado pela medicina e pela psicologia, ao ponto de hoje não ter um país civilizado que não tenha alguma legislação sobre o assunto.
No Brasil, a cada ano mais denúncias vão surgindo, e estes índices só aumentam.
Assédio moral é a repetição continuada do ato de prejudicar, hostilizar ou humilhar um subordinado. Apenas o ato isolado de criticar o trabalho de um funcionário não constitui assédio, e faz parte da vida profissional. O inadmissível é a crítica ser feita sem base, como insulto ou chacota, uma agressão psicológica de forma contínua.
Quando, por exemplo, é prática de um chefe ou de uma empresa apontar na frente da equipe os profissionais com rendimento aquém do esperado, e ainda por cima ridicularizando-os. Da mesma forma quando o chefe que faz isso 'sem testemunhas', na presença apenas do funcionário, ou telefona pra casa dele fazendo cobranças e ameaças.
"O objetivo do assédio moral pode ser aumentar a produtividade, forçar um empregado a pedir demissão para que a empresa não tenha que arcar com as verbas rescisórias ou evitar que alguém seja promovido", exemplifica a médica do trabalho Margarida Barreto, coordenadora da Rede Nacional de Combate ao Assédio Laboral e outras Manifestações de Violência no Trabalho.
Mas como ainda não existe uma lei federal específica, o Judiciário leva em conta a regra geral da Constituição, que trata do respeito à dignidade do ser humano.
Empresas e órgãos públicos já foram penalizados por dar "Troféu Tartaruga" ao funcionário, obrigar a latir, a rebolar, a deitar no caixão, amassar recibo de salário de quem não atingiu a meta, xingar os profissionais de feios, imbecis, ratos ... uma infinidade de práticas desmoralizantes.
O assédio moral pode ser dos seguintes tipos:
Quando ocorre particularmente entre funcionário e gestor, pode-se tentar uma conversa para esclarecer que não aceita o tratamento desrespeitoso e que está se sentindo agredido com a situação. Vale inclusive gravar esta conversa, "desde que não se trate de uma conversa alheia, mas da própria pessoa com seu gestor, a gravação é aceita pela Justiça", orienta a procuradora Renata Coelho Vieira, do Ministério Público do Trabalho em Campinas (SP).
Outro passo é procurar o setor de Recursos Humanos da empresa, mas não basta somente fazer queixa, é necessário ter tudo documentado, fazer uma reclamação por escrito e guardar a cópia.
Mas quando o assédio é uma prática generalizada na empresa, o funcionário deve procurar ajuda externa, nas delegacias do Ministério do Trabalho e Emprego, nos sindicatos, ou no Ministério Público do Trabalho (onde a denúncia pode ser sigilosa, feita por telefone ou internet, depois será instaurado inquérito e possivelmente entrar com uma ação coletiva).
Para que se comprove o assédio moral, é essencial guardar e-mails, memorandos, conversas gravadas e atestados médicos. Também pode-se fazer anotações pessoais sobre quem estava presente e testemunhou o constrangimento, com datas e horários - isso não tem valor legal, mas ajuda nos detalhes de um possível julgamento.
O assédio moral pode gerar desmotivação, queda na produtividade, além de uma série de problemas de saúde, causados pelas constantes humilhações e ameaças, gerando ansiedade até o ponto do profissional começar a somatizar, apresentando crises de náuseas, gastrite, problemas de sono, comer em excesso ou não comer nada, depressão e até crises de pânico.
Fontes: Revista Veja e site do jornalista Paulo Lopes.
No Brasil, a cada ano mais denúncias vão surgindo, e estes índices só aumentam.
Assédio moral é a repetição continuada do ato de prejudicar, hostilizar ou humilhar um subordinado. Apenas o ato isolado de criticar o trabalho de um funcionário não constitui assédio, e faz parte da vida profissional. O inadmissível é a crítica ser feita sem base, como insulto ou chacota, uma agressão psicológica de forma contínua.
Quando, por exemplo, é prática de um chefe ou de uma empresa apontar na frente da equipe os profissionais com rendimento aquém do esperado, e ainda por cima ridicularizando-os. Da mesma forma quando o chefe que faz isso 'sem testemunhas', na presença apenas do funcionário, ou telefona pra casa dele fazendo cobranças e ameaças.
"O objetivo do assédio moral pode ser aumentar a produtividade, forçar um empregado a pedir demissão para que a empresa não tenha que arcar com as verbas rescisórias ou evitar que alguém seja promovido", exemplifica a médica do trabalho Margarida Barreto, coordenadora da Rede Nacional de Combate ao Assédio Laboral e outras Manifestações de Violência no Trabalho.
Mas como ainda não existe uma lei federal específica, o Judiciário leva em conta a regra geral da Constituição, que trata do respeito à dignidade do ser humano.
Empresas e órgãos públicos já foram penalizados por dar "Troféu Tartaruga" ao funcionário, obrigar a latir, a rebolar, a deitar no caixão, amassar recibo de salário de quem não atingiu a meta, xingar os profissionais de feios, imbecis, ratos ... uma infinidade de práticas desmoralizantes.
O assédio moral pode ser dos seguintes tipos:
Quando ocorre particularmente entre funcionário e gestor, pode-se tentar uma conversa para esclarecer que não aceita o tratamento desrespeitoso e que está se sentindo agredido com a situação. Vale inclusive gravar esta conversa, "desde que não se trate de uma conversa alheia, mas da própria pessoa com seu gestor, a gravação é aceita pela Justiça", orienta a procuradora Renata Coelho Vieira, do Ministério Público do Trabalho em Campinas (SP).
Outro passo é procurar o setor de Recursos Humanos da empresa, mas não basta somente fazer queixa, é necessário ter tudo documentado, fazer uma reclamação por escrito e guardar a cópia.
Mas quando o assédio é uma prática generalizada na empresa, o funcionário deve procurar ajuda externa, nas delegacias do Ministério do Trabalho e Emprego, nos sindicatos, ou no Ministério Público do Trabalho (onde a denúncia pode ser sigilosa, feita por telefone ou internet, depois será instaurado inquérito e possivelmente entrar com uma ação coletiva).
Para que se comprove o assédio moral, é essencial guardar e-mails, memorandos, conversas gravadas e atestados médicos. Também pode-se fazer anotações pessoais sobre quem estava presente e testemunhou o constrangimento, com datas e horários - isso não tem valor legal, mas ajuda nos detalhes de um possível julgamento.
O assédio moral pode gerar desmotivação, queda na produtividade, além de uma série de problemas de saúde, causados pelas constantes humilhações e ameaças, gerando ansiedade até o ponto do profissional começar a somatizar, apresentando crises de náuseas, gastrite, problemas de sono, comer em excesso ou não comer nada, depressão e até crises de pânico.
Fontes: Revista Veja e site do jornalista Paulo Lopes.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Açúcar
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está preparando uma nova recomendação sobre o consumo diário de açúcar.
Deve ser mantida a indicação atual de 10% do valor total de energia, mas a projeção é de que o documento mostre os benefícios de se consumir menos de 5% de açúcar diariamente - o que corresponde a 25g, ou seis colheres de chá.
A redução visa diminuir problemas de saúde como obesidade e cáries e, segundo a OMS, os limites do consumo serão aplicados para produtos com glucose e frutose (como o açúcar de mesa, sucos de frutas, mel, xaropes, concentrados, etc).
"O consumo de açúcar está ligado à obesidade. Como a maioria das pessoas tem feito cada vez menos atividades físicas, é bom reduzir a ingestão desse ingrediente", observa o nutrólogo Paulo Henkin, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) na Região Sul.
Mas engana-se quem pensa no açúcar contido apenas nos produtos acima, pois boa parte dele está nos alimentos processados. Uma colher de catchup equivale a uma colher de chá de açúcar, e uma lata de refrigerante tem até 40g de açúcar (10 colheres de chá).
E engana-se também quem pretende simplesmente substituir o consumo do açúcar pelo adoçante - o adoçante contém aspartame, substância que pode conter agentes cancerígenos.
Até o final do mês a proposta da OMS está aberta para consultas públicas, e qualquer pessoa ou especialista pode enviar suas considerações à agência, através do site www.who.int .
O relatório servirá de referência para avaliar o consumo de açúcar e, assim, estimular que programas de saúde tentem reduzir a ingestão do produto.
Deve ser mantida a indicação atual de 10% do valor total de energia, mas a projeção é de que o documento mostre os benefícios de se consumir menos de 5% de açúcar diariamente - o que corresponde a 25g, ou seis colheres de chá.
A redução visa diminuir problemas de saúde como obesidade e cáries e, segundo a OMS, os limites do consumo serão aplicados para produtos com glucose e frutose (como o açúcar de mesa, sucos de frutas, mel, xaropes, concentrados, etc).
"O consumo de açúcar está ligado à obesidade. Como a maioria das pessoas tem feito cada vez menos atividades físicas, é bom reduzir a ingestão desse ingrediente", observa o nutrólogo Paulo Henkin, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) na Região Sul.
Mas engana-se quem pensa no açúcar contido apenas nos produtos acima, pois boa parte dele está nos alimentos processados. Uma colher de catchup equivale a uma colher de chá de açúcar, e uma lata de refrigerante tem até 40g de açúcar (10 colheres de chá).
E engana-se também quem pretende simplesmente substituir o consumo do açúcar pelo adoçante - o adoçante contém aspartame, substância que pode conter agentes cancerígenos.
Até o final do mês a proposta da OMS está aberta para consultas públicas, e qualquer pessoa ou especialista pode enviar suas considerações à agência, através do site www.who.int .
O relatório servirá de referência para avaliar o consumo de açúcar e, assim, estimular que programas de saúde tentem reduzir a ingestão do produto.
Fonte: Jornal Zero Hora
sexta-feira, 7 de março de 2014
Redes Sociais no Trabalho
Você e sua equipe sabem qual o limite em usar as redes sociais durante o expediente de trabalho?
Muitas empresas se questionam sobre o uso, algumas com regras rígidas de controle, outras que liberam o funcionário para acessar o Facebook, o Twitter e outras a qualquer momento.
Para especialistas, o melhor é o equilíbrio: “Sou favorável ao uso das redes sociais, mas de forma controlada, com horários, limites de tempo, volume de dados trafegados etc. Não existe mais essa história de bloqueio total, a não ser que você reviste o bolso das pessoas e as impeça de trazer seu celular para o trabalho”, comenta Christian Barbosa, especialista em administração de tempo e produtividade.
O ideal é desenvolver nas pessoas o senso de limite, para que não se corra o risco do acesso às redes sociais prejudicar a produtividade diária. Nenhum problema se o funcionário fizer uso e depois de algum tempo voltar focado as suas tarefas. Por outro lado, se isso demandar horas a fio e prejudicar na execução das tarefas, com atraso nos prazos e acúmulo de e-mails, aí realmente configura-se um problema.
É saudável e necessário dar uma parada para arejar as ideias, tomar um cafezinho e, nestes momentos, nada mal acessar o Facebook, por exemplo. Mas quando o uso torna-se excessivo, pode gerar uma perda de tempo que compromete as atividades de trabalho. Quem tem a internet liberada, deve saber quando a rede ajuda e quando está realmente prejudicando nos resultados.
E aí entram os gestores, fundamentais para ajudar a equipe a reconhecer o que é prioritário, delegar as tarefas, ordenar os prazos e dar apoio para que os objetivos sejam alcançados. “Quando os profissionais estão engajados, sabem a direção e têm velocidade o autocontrole aparece naturalmente. O Facebook não pode ser considerado o culpado pela falta de produtividade da equipe. O problema pode estar na falta de uma liderança produtiva. Esse é o ponto!”, conclui o especialista.
Muitas empresas se questionam sobre o uso, algumas com regras rígidas de controle, outras que liberam o funcionário para acessar o Facebook, o Twitter e outras a qualquer momento.
Para especialistas, o melhor é o equilíbrio: “Sou favorável ao uso das redes sociais, mas de forma controlada, com horários, limites de tempo, volume de dados trafegados etc. Não existe mais essa história de bloqueio total, a não ser que você reviste o bolso das pessoas e as impeça de trazer seu celular para o trabalho”, comenta Christian Barbosa, especialista em administração de tempo e produtividade.
O ideal é desenvolver nas pessoas o senso de limite, para que não se corra o risco do acesso às redes sociais prejudicar a produtividade diária. Nenhum problema se o funcionário fizer uso e depois de algum tempo voltar focado as suas tarefas. Por outro lado, se isso demandar horas a fio e prejudicar na execução das tarefas, com atraso nos prazos e acúmulo de e-mails, aí realmente configura-se um problema.
É saudável e necessário dar uma parada para arejar as ideias, tomar um cafezinho e, nestes momentos, nada mal acessar o Facebook, por exemplo. Mas quando o uso torna-se excessivo, pode gerar uma perda de tempo que compromete as atividades de trabalho. Quem tem a internet liberada, deve saber quando a rede ajuda e quando está realmente prejudicando nos resultados.
E aí entram os gestores, fundamentais para ajudar a equipe a reconhecer o que é prioritário, delegar as tarefas, ordenar os prazos e dar apoio para que os objetivos sejam alcançados. “Quando os profissionais estão engajados, sabem a direção e têm velocidade o autocontrole aparece naturalmente. O Facebook não pode ser considerado o culpado pela falta de produtividade da equipe. O problema pode estar na falta de uma liderança produtiva. Esse é o ponto!”, conclui o especialista.
Facebook é a principal rede social utilizada pelas empresas no mundo
Uma pesquisa realizada pela Avanade (fornecedora de soluções de serviços gerenciados), aponta que 97% das empresas mundiais fazem uso das tecnologias das redes sociais. Destas, 74% utilizam o Facebook, seguidos pelas redes Microsoft Share Point (39%), IBM Open Connections (17%) e Salesforce Chatter (12%).
As empresas brasileiras estão abertas ao uso das ferramentas de colaboração social, mas ainda não têm o conhecimento necessário para utilizar as plataformas corporativas. No país, o Facebook também se destaca como a rede social mais utilizada, com 75%, seguido pelo Twitter (49%) e Linkedin (47%).
Mas tudo indica que esta tendência pode mudar nos próximos 12 meses. Segundo a pesquisa, os tomadores de decisão que planejam adotar tecnologias sociais colocam no topo a Microsoft Share Point (23%) e o Salesforce Chatter (23%), e apenas 8% consideram o Facebook uma prioridade.
A pesquisa da Avanade entrevistou 4 mil usuários finais e mil tomadores de decisões de negócios e de TI em 22 países, incluindo o Brasil. O estudo mostrou que a maioria das empresas que adotaram ferramentas de colaboração social está observando benefícios e planejam ampliar o escopo no futuro.
Fonte: Revista Pense Empregos
Uma pesquisa realizada pela Avanade (fornecedora de soluções de serviços gerenciados), aponta que 97% das empresas mundiais fazem uso das tecnologias das redes sociais. Destas, 74% utilizam o Facebook, seguidos pelas redes Microsoft Share Point (39%), IBM Open Connections (17%) e Salesforce Chatter (12%).
As empresas brasileiras estão abertas ao uso das ferramentas de colaboração social, mas ainda não têm o conhecimento necessário para utilizar as plataformas corporativas. No país, o Facebook também se destaca como a rede social mais utilizada, com 75%, seguido pelo Twitter (49%) e Linkedin (47%).
Mas tudo indica que esta tendência pode mudar nos próximos 12 meses. Segundo a pesquisa, os tomadores de decisão que planejam adotar tecnologias sociais colocam no topo a Microsoft Share Point (23%) e o Salesforce Chatter (23%), e apenas 8% consideram o Facebook uma prioridade.
A pesquisa da Avanade entrevistou 4 mil usuários finais e mil tomadores de decisões de negócios e de TI em 22 países, incluindo o Brasil. O estudo mostrou que a maioria das empresas que adotaram ferramentas de colaboração social está observando benefícios e planejam ampliar o escopo no futuro.
Fonte: Revista Pense Empregos
quarta-feira, 5 de março de 2014
Rir é o melhor remédio
Há tempos se sabe que rir aumenta o bem-estar, pois libera hormônios como a endorfina, que promove a sensação de prazer.
Mas as descobertas recentes apontam que uma boa risada reforça o sistema imunológico, diminui o estresse, reduz a pressão arterial e até pode ajudar no combate ao câncer.
Segundo o cardiologista Fernando Lucchese, do Complexo Hospitalar da Santa Casa de Porto Alegre, "talvez a melhor resposta positiva do riso seja justamente a sua ação sobre os agentes anti-inflamatórios e imunológicos, que são a base de todas as doenças principais hoje, como infarto, derrame e câncer".
Um estudo realizado na Universidade Técnica do Texas, coordenado pela pesquisadora Judith Kupersmith, indica que o bom humor é um bloqueador natural de substâncias que interferem negativamente no nosso organismo. Utilizando métodos sofisticados como a neuroimagem, os resultados mostram que dar uma gargalhada provoca um aumento na atividade de células chamadas de "natural killers" , que atuam na defesa do corpo contra vírus, bactérias e até tumores.
Já nascemos sabendo rir - estudos feitos com crianças cegas e surdas demonstram que, desde o nascimento, elas já riem. Inclusive fetos, no final da gestação, são capazes de sorrir, o que mostra que faz parte dos nossos genes.
Especialistas chegaram á conclusão que rir também é uma estratégia evolutiva, que garante ao ser humano mais chances de sobrevivência. "O riso tem, entre outras, a função de facilitar as interações sociais, diminuindo o estresse e facilitando o contato entre os indivíduos. Assim, pode-se rir quando se está com medo, por exemplo, para tentar reduzir a própria tensão e a agressividade do outro, que é uma ameaça", explica o neurologista Victor Martinez, do Hospital São Lucas da PUCRS.
Outra conclusão de Martinez é sobre o "sorriso espelho", aquela cena que acontece quando alguém começa a rir e, de repente, a gente começa a gargalhar junto. Os responsáveis seriam os "neurônios espelhos", que entram em ação quando vemos alguém executando alguma atividade. Seu funcionamento ainda não é bem explicado, mas se sabe que, quando prestamos atenção em alguém realizando uma ação, nossa região motora (que entraria em ação executando a mesma tarefa) também é ativada.
Até os animais sorriem ....
... é o que indica uma série de estudos. "Todos os animais manifestam satisfação de alguma forma. É uma forma de rir", afirma o cardiologista Fernando Lucchese.
Os macacos riem de forma semelhante aos homens, daí o riso poder ter evoluído até mesmo antes dos primatas aparecerem. Nos ratos de laboratório, pesquisas indicam que eles ficam mais próximos de mãos que os coçaram do que de mãos que apenas os acariciaram. E, quando coçados, os ratos emitem sons de alta frequência que lembram o riso.
Em uma praça em Mumbai, na Índia, as pessoas se reúnem para praticar a Hasya (gargalhar, em sânscrito) Yoga, uma técnica criada em em 1995 pelo médico Madan Kataria, para promover risadas em grupo e, assim, melhorar a qualidade de vida das pessoas. Homens de um lado e mulheres de outro, eles levantam os braços, em movimentos de alongamento, descem o corpo, sobem e, de repente, todos caem em uma grande e sonora gargalhada. Rindo sem parar, sacodem-se, giram o corpo e emitem sons - é a própria terapia do riso.
Estas sessões se espalharam pelo mundo, e a prática tem mais de 6 mil Clubes da Gargalhada, em mais de 60 países. No Brasil, a primeira e única escola foi fundada em Belo Horizonte e, para a fundadora Mari Viera, "nessa terapia a gente não ri do outro, não usamos piadas, porque a verdade é que temos de rir de nós mesmos".
E tem mais: a região cerebral que registra quando algo bom ocorre, acionada quando vemos uma pessoa bonita, fica ainda mais ativa quando ela sorri. Então, gargalhar é o tratamento de beleza mais barato, rápido e eficaz já inventado.
Tá esperando o que pra dar aquela sonora gargalhada? Aqui vão mais alguns argumentos ...
* Rir cem vezes durante o dia tem os mesmos efeitos cardiovasculares que fazer exercícios de remo durante 10 minutos.
* Pacientes cancerosos são munidos de melhor defesa imunológica pelo riso.
* Uma sessão de comédia reduz a glicose após as refeições.
* O riso provoca vasodilatação, o que é benéfico para o sistema vascular.
* Em 15 minutos de risadas gastamos 40 calorias ... rir emagrece!
Mas as descobertas recentes apontam que uma boa risada reforça o sistema imunológico, diminui o estresse, reduz a pressão arterial e até pode ajudar no combate ao câncer.
Segundo o cardiologista Fernando Lucchese, do Complexo Hospitalar da Santa Casa de Porto Alegre, "talvez a melhor resposta positiva do riso seja justamente a sua ação sobre os agentes anti-inflamatórios e imunológicos, que são a base de todas as doenças principais hoje, como infarto, derrame e câncer".
Um estudo realizado na Universidade Técnica do Texas, coordenado pela pesquisadora Judith Kupersmith, indica que o bom humor é um bloqueador natural de substâncias que interferem negativamente no nosso organismo. Utilizando métodos sofisticados como a neuroimagem, os resultados mostram que dar uma gargalhada provoca um aumento na atividade de células chamadas de "natural killers" , que atuam na defesa do corpo contra vírus, bactérias e até tumores.
Já nascemos sabendo rir - estudos feitos com crianças cegas e surdas demonstram que, desde o nascimento, elas já riem. Inclusive fetos, no final da gestação, são capazes de sorrir, o que mostra que faz parte dos nossos genes.
Especialistas chegaram á conclusão que rir também é uma estratégia evolutiva, que garante ao ser humano mais chances de sobrevivência. "O riso tem, entre outras, a função de facilitar as interações sociais, diminuindo o estresse e facilitando o contato entre os indivíduos. Assim, pode-se rir quando se está com medo, por exemplo, para tentar reduzir a própria tensão e a agressividade do outro, que é uma ameaça", explica o neurologista Victor Martinez, do Hospital São Lucas da PUCRS.
Outra conclusão de Martinez é sobre o "sorriso espelho", aquela cena que acontece quando alguém começa a rir e, de repente, a gente começa a gargalhar junto. Os responsáveis seriam os "neurônios espelhos", que entram em ação quando vemos alguém executando alguma atividade. Seu funcionamento ainda não é bem explicado, mas se sabe que, quando prestamos atenção em alguém realizando uma ação, nossa região motora (que entraria em ação executando a mesma tarefa) também é ativada.
Até os animais sorriem ....
... é o que indica uma série de estudos. "Todos os animais manifestam satisfação de alguma forma. É uma forma de rir", afirma o cardiologista Fernando Lucchese.
Os macacos riem de forma semelhante aos homens, daí o riso poder ter evoluído até mesmo antes dos primatas aparecerem. Nos ratos de laboratório, pesquisas indicam que eles ficam mais próximos de mãos que os coçaram do que de mãos que apenas os acariciaram. E, quando coçados, os ratos emitem sons de alta frequência que lembram o riso.
Em uma praça em Mumbai, na Índia, as pessoas se reúnem para praticar a Hasya (gargalhar, em sânscrito) Yoga, uma técnica criada em em 1995 pelo médico Madan Kataria, para promover risadas em grupo e, assim, melhorar a qualidade de vida das pessoas. Homens de um lado e mulheres de outro, eles levantam os braços, em movimentos de alongamento, descem o corpo, sobem e, de repente, todos caem em uma grande e sonora gargalhada. Rindo sem parar, sacodem-se, giram o corpo e emitem sons - é a própria terapia do riso.
Estas sessões se espalharam pelo mundo, e a prática tem mais de 6 mil Clubes da Gargalhada, em mais de 60 países. No Brasil, a primeira e única escola foi fundada em Belo Horizonte e, para a fundadora Mari Viera, "nessa terapia a gente não ri do outro, não usamos piadas, porque a verdade é que temos de rir de nós mesmos".
E tem mais: a região cerebral que registra quando algo bom ocorre, acionada quando vemos uma pessoa bonita, fica ainda mais ativa quando ela sorri. Então, gargalhar é o tratamento de beleza mais barato, rápido e eficaz já inventado.
Tá esperando o que pra dar aquela sonora gargalhada? Aqui vão mais alguns argumentos ...
* Rir cem vezes durante o dia tem os mesmos efeitos cardiovasculares que fazer exercícios de remo durante 10 minutos.
* Pacientes cancerosos são munidos de melhor defesa imunológica pelo riso.
* Uma sessão de comédia reduz a glicose após as refeições.
* O riso provoca vasodilatação, o que é benéfico para o sistema vascular.
* Em 15 minutos de risadas gastamos 40 calorias ... rir emagrece!
Fonte: Caderno Vida/ jornal Zero Hora
segunda-feira, 3 de março de 2014
Crossfit
A prática de exercícios físicos é um próspero terreno de
modismos, e volta e meia aparece alguma nova modalidade.
Pois a bola da vez é o Crossfit, cujo objetivo é levar o
organismo ao limite da exaustão e aperfeiçoar as habilidades físicas tais como equilíbrio, agilidade, resistência, potência e força.
A técnica surgiu nos anos 90, desenvolvida pelo ginasta
americano Greg Glassman, e logo foi adotada pelo Exército americano. As sessões
de aula são formadas pelo chamado “treino do dia”, que consiste na combinação
de poucos exercícios (em geral são 3 séries), executados em curtos espaços de tempo
(entre 4 e 20 minutos). Mas o crossfit abrange cerca de uma centena de
movimentos, oriundos da ginástica olímpica (argolas e barras), nos treinamentos da polícia, no
levantamento de peso e nos exercícios funcionais com cordas, caixas e bolas. Com isso, a possibilidade de combinação de movimentos é grande, o que não cansa os praticantes.
Em uma sessão é possível queimar cerca de 800 calorias e a intensidade dos exercícios leva o organismo aos limites físicos, com sintomas como enjoo, dor muscular, cãibras, tremedeiras nos braços e pernas, extrema ofegância e até vômitos. O gasto calórico equivale ao que ocorre em um jogo de futebol profissional, e a porcentagem da capacidade ventilatória chega a 80% (índice limite, quando o aluno não consegue completar uma frase). O coração vai a 200 batimentos por minuto. "Tais taxas dificilmente são atingidas em outros esportes", diz o fisiologista Paulo Zogaib, da Universidade Federal de São Paulo.
No início dos anos 2000, praticantes mais radicais nos EUA criaram a figura do palhaço Pukie, o vomitador. Ao perceber que ultrapassaram seus limites, os crossfiteiros anunciavam com orgulho: "Lá vem o Pukie", cujo sintoma é causado pela redução de sangue no sistema digestivo depois da atividade intensa. Alguns dos lemas da turma: "Lugar de moleza é na academia", "Nosso aquecimento é o seu treino", e "Ninguém nunca se afogou no próprio suor".
E pra puxar ainda mais no esforço, nada de ambientes arejados e climatizados. Em geral, o espaço onde se pratica o crossfit é bem rústico, ambientados em galpões e garagens com pé direito alto, raras janelas, poucos ventiladores e sem espelhos - ou seja, a temperatura vai às alturas. O desempenho de cada aluno é anotado em um quadro, à vista de todos os praticantes, o que estimula a competição e a busca pelo limite máximo.
Com todo este cenário, já são mais de 20 mil praticantes no Brasil, e o número de ginásios chega a 109 (no mundo já são 5 mil).
Fonte: Revista Veja
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)

.jpg)






