Pode entrar... só não repara a bagunça...
Quem nunca disse e/ou ouviu essa frase?
Segundo pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, um ambiente bagunçado limita a capacidade do cérebro de processar informações e guardá-las na memória, atrapalha a nossa capacidade de prestar atenção em uma atividade, e essa condição leva ao estresse e à irritação.
"A energia que a bagunça exige do nosso cérebro acaba por cansá-lo mais rápido", afirma a psiquiatra e psicoterapeuta Luciana Gioia de Deus. A médica usa como exemplo o processo de se vestir: em um guarda-roupa bagunçado a gente não consegue encontrar com facilidade a peça que quer. Mas, se estiver em ordem, é só bater o olho que o cérebro localiza e decide o que vestir. "É uma economia de energia cerebral que pode ser aproveitada em outras atividades do dia a dia", avalia Luciana.
Se isso acontece logo nas primeiras horas da manhã, de procurar e não achar uma determinada roupa para vestir, já deixa aquela sensação de frustração e cansaço pelo resto do dia.
Talvez por isso o processo de mudança de endereço seja tão penoso para grande parte das pessoas - uma casa nova, cheia de caixas espalhadas e com objetos misturados pelos cômodos, é uma poluição visual que acaba por estressar e distrair os moradores.
Essa relação entre bagunça e concentração vale tanto para o ambiente doméstico quanto o profissional. E, no escritório, o quadro se agrava por conta das exigências de produtividade. "Quanto mais estímulo visual, mais dificuldades o cérebro vai ter de se concentrar no que é mais importante na ocasião. Não precisa nem ser o ambiente de trabalho todo. A mesa já pode ser suficiente para atrapalhar", diz o psiquiatra Duílio Antero de Camargo, coordenador do Grupo de Saúde Mental e Psiquiatria do Trabalho do Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas de São Paulo.
Essa perturbação pode afetar o coletivo, e não se limita a encontrar um objeto específico no meio da desordem, mas o fato é que a bagunça em si é o que causa a poluição visual e, consequentemente, a distração.
A dica é: reserve 15 minutos por dia para organizar qualquer coisa, seja uma gaveta, um armário, a despensa, a mesa de trabalho ... esse tempo pode parecer pouco, mas faz uma enorme diferença.
"Organização é sinônimo de qualidade de vida", afirma a organizadora pessoal Valéria Duarte.
O mais comum é a pessoa não saber como começar a arrumação então, o ideal é fazer um plano de ação e se concentrar na tarefa, de modo que a própria pessoa possa manter as coisas organizadas no dia a dia. "O ganho de tempo e a qualidade de vida são os principais benefícios", incentiva a organizadora.
Fonte: Portal UOL
A Êxito Consultoria é uma empresa de Recursos Humanos, sediada em Porto Alegre (RS), e que presta serviços direcionados a empresas, escolas e organizações públicas. Além das oficinas e cursos de capacitação, a Êxito Consultoria também atua na Consultoria de Recursos Humanos, Recrutamento e Seleção de Profissionais, Treinamentos, Avaliação Psicológica, Planejamento de Carreira, Hunting, Coaching, Pesquisa de Clima e Psicoterapia.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Professores sem formação
No Brasil, 51,7% dos professores do ensino médio não tem licenciatura na disciplina que dá aulas.
Os dados são do Censo Escolar 2013, e foram compilados pela ONG Todos pela Educação.
Notícia triste para começar a semana ...
Na disciplina de Física, 80% dos professores não são formados na área, e em Química 66,3%. Artes é a matéria com maior deficiência, pois apenas 14,9% dos professores são licenciados. Já o melhor índice é em Língua Portuguesa, onde 73,2% dos professores são formados na área.
O Nordeste é a região com pior situação: 66% dos docentes não são formados na área em que dão aula. No Centro-Oeste o índice é de 60,5%, na região Norte é 55%, no Sul é 41,9% e no Sudeste o percentual é de 42%.
Nos anos finais ensino fundamental a situação é ainda mais alarmante: 67,2% dos docentes não são habilitados. E o Nordeste segue com os piores índices, com 82,4% dos professores não formados nas áreas em que atuam, seguido pela região Norte (81,9%) e pelo Centro-Oeste (64,3%).
Nessa etapa do ensino, apenas 28,1% dos professores de Geografia são formados na disciplina, em História são 31,6%, e em Ciências são 34,2%.
Uma auditoria feita em março pelo Tribunal de Contas da União, indicou uma carência de 32 mil professores com formação específica nas 12 disciplinas do nível médio.
Foi-se o tempo que o sonho de toda menina era ser professora. A profissão já não mais encanta os jovens, principalmente pelos baixos salários oferecidos - o piso nacional de R$ 1.697,39 para 40 horas de trabalho deixa muito a desejar.
Pros que decidiram seguir carreira em sala de aula, é cada vez maior a insatisfação e o desprestígio profissional, causando uma evasão para outros mercados de trabalho.
A formação e a valorização do professor é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que está em discussão na Câmara dos Deputados e deve ser votado em 22 de abril.
E já é tarde ... uma pesquisa internacional feita em outubro de 2013, mostrou que, entre 21 países, o Brasil fica em penúltimo lugar em relação ao respeito e à valorização dos seus professores ...
Quantas gerações serão necessárias para mudar este cenário para melhor?
Os dados são do Censo Escolar 2013, e foram compilados pela ONG Todos pela Educação.
Notícia triste para começar a semana ...
Na disciplina de Física, 80% dos professores não são formados na área, e em Química 66,3%. Artes é a matéria com maior deficiência, pois apenas 14,9% dos professores são licenciados. Já o melhor índice é em Língua Portuguesa, onde 73,2% dos professores são formados na área.
O Nordeste é a região com pior situação: 66% dos docentes não são formados na área em que dão aula. No Centro-Oeste o índice é de 60,5%, na região Norte é 55%, no Sul é 41,9% e no Sudeste o percentual é de 42%.
Nos anos finais ensino fundamental a situação é ainda mais alarmante: 67,2% dos docentes não são habilitados. E o Nordeste segue com os piores índices, com 82,4% dos professores não formados nas áreas em que atuam, seguido pela região Norte (81,9%) e pelo Centro-Oeste (64,3%).
Nessa etapa do ensino, apenas 28,1% dos professores de Geografia são formados na disciplina, em História são 31,6%, e em Ciências são 34,2%.
Uma auditoria feita em março pelo Tribunal de Contas da União, indicou uma carência de 32 mil professores com formação específica nas 12 disciplinas do nível médio.
Foi-se o tempo que o sonho de toda menina era ser professora. A profissão já não mais encanta os jovens, principalmente pelos baixos salários oferecidos - o piso nacional de R$ 1.697,39 para 40 horas de trabalho deixa muito a desejar.
Pros que decidiram seguir carreira em sala de aula, é cada vez maior a insatisfação e o desprestígio profissional, causando uma evasão para outros mercados de trabalho.
A formação e a valorização do professor é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que está em discussão na Câmara dos Deputados e deve ser votado em 22 de abril.
E já é tarde ... uma pesquisa internacional feita em outubro de 2013, mostrou que, entre 21 países, o Brasil fica em penúltimo lugar em relação ao respeito e à valorização dos seus professores ...
Quantas gerações serão necessárias para mudar este cenário para melhor?
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Home Office
Fugir do trânsito caótico? Maior independência no gerenciamento do tempo? Trabalhar na empresa em meio período? Ter mais qualidade de vida pessoal e profissional? Quem não quer ...
O home office é uma realidade recente em muitas empresas, e vem crescendo em todo o mundo. É a prática de trabalhar em casa, tendo um escritório no lar a fim de cumprir total ou parcialmente as tarefas de trabalho, sem a necessidade de se deslocar até o escritório da empresa em que trabalha.
Segundo o Top Employers Institute, empresa que pesquisa e certifica as práticas de Recursos Humanos em todo o mundo, 15% das companhias brasileiras aderiram ao home office para os seus colaboradores - em 2013 esse índice era de 6%. Para ser ter uma ideia desse modelo, no Reino Unido 65% dos profissionais trabalham em casa, na Holanda 60% e na Alemanha 58%.
Outros dados desta pesquisa mostram que 45% das empresas brasileiras têm práticas de trabalho com tempo flexível, enquanto que a média mundial é de 77%.
Essa mudança de perfil mostra que as empresas brasileiras estão de moldando ao novo mercado de trabalho e às novas realidades da sociedade. "As tecnologias estão aproximando as pessoas, ao mesmo tempo em que o trânsito e os custos de locomoção dificultam os trajetos das pessoas. Assim as empresas estão encontrando meios de seguirem produzindo, mantendo o colaborador ativo e alinhado com a companhia", diz Fabiane Panaro, responsável pela Top Employers no Brasil.
Mas nem tudo são flores... Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia e da London Business School, quem trabalha em casa tem menos chances de ser promovido. Em outras palavras, está valendo o ditado "quem não é visto, não é lembrado". Depois de 10 anos de pesquisa, eles concluíram que os funcionários presenciais são mais lembrados entre os grupos que cumprem seus horários e os que excedem suas jornadas - ou seja, o tempo que a pessoa passa no escritório afeta a sua avaliação. Quando se trata de uma pessoa que cumpre seu horário de trabalho, os diretores foram 9% mais propensos a dizer que era confiável e responsável. Esse índice sobre para 25% quando se fala de um colaborador que excede o tempo de trabalho.
Censo 2010:
Dados do Censo de 2010 apontam que mais de 30 milhões de brasileiros optaram pelo home office, ou seja, dos 68,2% com alguma ocupação profissional, 23,1% executa as tarefas direto de casa.
O baixo custo é um dos principais atrativos que levam a migração de profissionais autônomos para o home office. Mas o principal risco de quem decide trabalhar em casa é não saber a hora de parar e dar fim ao expediente de trabalho.
Como render mais no home office?
* Se organize e estabeleça horários e rotinas.
* Tenha um local adequado, o ideal é ter o seu próprio cômodo para que não interfira na rotina da casa e dos outros moradores.
* Tenha disciplina, concentração e foco.
* Mantenha o equilíbrio entre vida doméstica e profissional.
* Tenha privacidade e evite que outras pessoas entrem no escritório para usar o telefone ou o computador, por exemplo.
* Evite o isolamento profissional.
Fonte: Revista Pense Empregos
O home office é uma realidade recente em muitas empresas, e vem crescendo em todo o mundo. É a prática de trabalhar em casa, tendo um escritório no lar a fim de cumprir total ou parcialmente as tarefas de trabalho, sem a necessidade de se deslocar até o escritório da empresa em que trabalha.
Segundo o Top Employers Institute, empresa que pesquisa e certifica as práticas de Recursos Humanos em todo o mundo, 15% das companhias brasileiras aderiram ao home office para os seus colaboradores - em 2013 esse índice era de 6%. Para ser ter uma ideia desse modelo, no Reino Unido 65% dos profissionais trabalham em casa, na Holanda 60% e na Alemanha 58%.
Outros dados desta pesquisa mostram que 45% das empresas brasileiras têm práticas de trabalho com tempo flexível, enquanto que a média mundial é de 77%.
Essa mudança de perfil mostra que as empresas brasileiras estão de moldando ao novo mercado de trabalho e às novas realidades da sociedade. "As tecnologias estão aproximando as pessoas, ao mesmo tempo em que o trânsito e os custos de locomoção dificultam os trajetos das pessoas. Assim as empresas estão encontrando meios de seguirem produzindo, mantendo o colaborador ativo e alinhado com a companhia", diz Fabiane Panaro, responsável pela Top Employers no Brasil.
Mas nem tudo são flores... Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia e da London Business School, quem trabalha em casa tem menos chances de ser promovido. Em outras palavras, está valendo o ditado "quem não é visto, não é lembrado". Depois de 10 anos de pesquisa, eles concluíram que os funcionários presenciais são mais lembrados entre os grupos que cumprem seus horários e os que excedem suas jornadas - ou seja, o tempo que a pessoa passa no escritório afeta a sua avaliação. Quando se trata de uma pessoa que cumpre seu horário de trabalho, os diretores foram 9% mais propensos a dizer que era confiável e responsável. Esse índice sobre para 25% quando se fala de um colaborador que excede o tempo de trabalho.
Censo 2010:
Dados do Censo de 2010 apontam que mais de 30 milhões de brasileiros optaram pelo home office, ou seja, dos 68,2% com alguma ocupação profissional, 23,1% executa as tarefas direto de casa.
O baixo custo é um dos principais atrativos que levam a migração de profissionais autônomos para o home office. Mas o principal risco de quem decide trabalhar em casa é não saber a hora de parar e dar fim ao expediente de trabalho.
Como render mais no home office?
* Se organize e estabeleça horários e rotinas.
* Tenha um local adequado, o ideal é ter o seu próprio cômodo para que não interfira na rotina da casa e dos outros moradores.
* Tenha disciplina, concentração e foco.
* Mantenha o equilíbrio entre vida doméstica e profissional.
* Tenha privacidade e evite que outras pessoas entrem no escritório para usar o telefone ou o computador, por exemplo.
* Evite o isolamento profissional.
Fonte: Revista Pense Empregos
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Dor nas Costas
Dois estudos publicados na semana passada apontam que as dores lombares são a principal causa de incapacidade no mundo, e respondem por um terço dos casos de invalidez provocados pelo trabalho.
Pesquisadores americanos e australianos se basearam em estatísticas de 187 países, e apontam que a lombalgia afeta 9,4% da população mundial, incluindo crianças. Estes resultados situam os problemas lombares na primeira posição das patologias em relação aos anos de vida sofrendo uma incapacidade.
O problema aumenta com a idade, o que provocará um forte incremento de pessoas com dores lombares em países menos desenvolvidos nas próximas décadas, adverte um dos estudos publicado nos Anais de Enfermidades, uma revista ligada ao grupo British Medical Journal.
Os agricultores (tem quatro vezes maior possibilidade do que trabalhadores de outros setores) e pessoas entre 35 e 65 anos formam o maior grupo de risco, pois transportam cargas mais pesadas e trabalham em posições 'delicadas'.
No Brasil
Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que a dor nas costas está entre as principais causas de aposentadoria por invalidez. Entre janeiro e novembro de 2012, mais de 116 mil pessoas receberam auxílio-doença por esse motivo.
E cada vez pessoas mais jovens são acometidas pelas dores. "Estudos mostram que o problema é a "geração computador", jovens que trocam a prática desportiva pelo computador, assim como as profissões, em sua maioria, facilitam que a pessoa fique mais tempo sentada, há uma sobrecarga muito grande na coluna, principalmente quando não se senta corretamente", diz Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna.
Também o sedentarismo, a má postura, a obesidade e o fumo podem causar dor nas costas. Só as caminhadas não são suficientes para fortalecer os músculos da coluna e evitar as dores, já o pilates e a musculação podem ajudar bastante, desde que praticados com profissionais capacitados. A acupuntura também pode ser boa aliada como método complementar no combate as dores.
Fazer uso de medicamentos para aplacar as dores, só com prescrição e acompanhamento médico, para que seja indicado o melhor tratamento e investigar a causa. Relaxantes musculares ou analgésicos pode ser uma estratégia desaconselhável e até resultar em dano ainda maior - a pessoa deixa de investigar a causa e o problema pode se agravar.
Consulte um especialista em caso de dores irradiadas (as que percorrem um caminho ao longo do corpo), formigamentos e dormência nos membros, falta de força, contraturas musculares nas regiões lombar e cervical, e dores locais ou decorrentes de posturas mantidas.
Pesquisadores americanos e australianos se basearam em estatísticas de 187 países, e apontam que a lombalgia afeta 9,4% da população mundial, incluindo crianças. Estes resultados situam os problemas lombares na primeira posição das patologias em relação aos anos de vida sofrendo uma incapacidade.
O problema aumenta com a idade, o que provocará um forte incremento de pessoas com dores lombares em países menos desenvolvidos nas próximas décadas, adverte um dos estudos publicado nos Anais de Enfermidades, uma revista ligada ao grupo British Medical Journal.
Os agricultores (tem quatro vezes maior possibilidade do que trabalhadores de outros setores) e pessoas entre 35 e 65 anos formam o maior grupo de risco, pois transportam cargas mais pesadas e trabalham em posições 'delicadas'.
No Brasil
Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que a dor nas costas está entre as principais causas de aposentadoria por invalidez. Entre janeiro e novembro de 2012, mais de 116 mil pessoas receberam auxílio-doença por esse motivo.
E cada vez pessoas mais jovens são acometidas pelas dores. "Estudos mostram que o problema é a "geração computador", jovens que trocam a prática desportiva pelo computador, assim como as profissões, em sua maioria, facilitam que a pessoa fique mais tempo sentada, há uma sobrecarga muito grande na coluna, principalmente quando não se senta corretamente", diz Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna.
Também o sedentarismo, a má postura, a obesidade e o fumo podem causar dor nas costas. Só as caminhadas não são suficientes para fortalecer os músculos da coluna e evitar as dores, já o pilates e a musculação podem ajudar bastante, desde que praticados com profissionais capacitados. A acupuntura também pode ser boa aliada como método complementar no combate as dores.
Fazer uso de medicamentos para aplacar as dores, só com prescrição e acompanhamento médico, para que seja indicado o melhor tratamento e investigar a causa. Relaxantes musculares ou analgésicos pode ser uma estratégia desaconselhável e até resultar em dano ainda maior - a pessoa deixa de investigar a causa e o problema pode se agravar.
Consulte um especialista em caso de dores irradiadas (as que percorrem um caminho ao longo do corpo), formigamentos e dormência nos membros, falta de força, contraturas musculares nas regiões lombar e cervical, e dores locais ou decorrentes de posturas mantidas.
Fonte: Bem-estar/ Jornal Zero Hora
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Frustração
Frustração é um sentimento, uma emoção que ocorre quando algo que era esperado não acontece.
É quando uma pessoa não está feliz por não ter um desejo satisfeito, mas também existem pessoas que tem complexo de frustração, que se decepcionam por qualquer coisa.
E não adianta ... por mais que a gente tente se preservar, a frustração é inevitável e faz parte da vida.
Mas a frustração pode ser encarada como uma oportunidade de aprendizado, se aceitarmos que nem sempre teremos nossas expectativas atendidas. A vida não acontece da forma que a gente quer, e sabendo lidar com isso nos tornamos pessoas mais maduras, a ter autocontrole e tolerância.
"Quando você descobre que o mundo não é como gostaria, percebe que precisa se adaptar a ele. A capacidade de tolerar as frustrações é um componente da inteligência emocional. E não é possível viver em sociedade sem essa habilidade", afirma a psicóloga Lilian Graziano, doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP).
E como os pais podem lidar com isso com os seus filhos?
Se olharmos a nossa volta, com ritmo de vida frenético, muitas vezes delegando a babás e escolas de turno integral a educação dos filhos, muitos pais tentam compensar a ausência atendendo a todos os pedidos dos pequenos. Pais que acreditam ter que corresponder a todas as expectativas dos filhos, não impondo limites ás vontades deles estão, na verdade, prejudicando-os. À primeira contrariedade, poderão cair em tristeza profunda, ficar com a autoestima abalada, ou então encarnar aquela cena desagradável de criança se jogando no chão, aos berros, quando lhe é negado alguma coisa. E pensar que na vida adulta, ao interagir com outras pessoas, elas não serão poupadas ...
"Crianças superprotegidas dessa forma acabam tendo mais dificuldades de conviver com os outros, além de apresentarem problemas para lidar com as próprias falhas", afirma Lilian.
O ideal é usar o sentimento de frustração como um impulso para buscar novas alternativas e seguir em frente, não ficar paralisado diante do que deu errado, analisar se vale a pena insistir ou ir atrás de outras opções, o famoso "plano B".
Também vale tentar identificar de que forma as nossas atitudes poderiam ter contribuído para mudar o rumo da história.
"No amor isso é muito comum. A pessoa escolhe sempre o mesmo tipo de parceiro e se frustra, mas não enxerga a responsabilidade dela na maneira como o relacionamento se desenvolve", diz a psicóloga Andreia Calçada, especialista em neuropsicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
É importante enfrentar a situação, refletir e buscar outras maneiras de se realizar. Frustração faz parte da vida, mas são nossos desejos e objetivos que nos motivam a dar a volta por cima e seguir em frente. Mas é fundamental entender que nem tudo está sob nosso controle, que de nada adianta colocar nossas expectativas nas mãos dos outros, muito menos depositar altas esperanças em coisas ou pessoas, para evitar se magoar e esperar algo que possa vir a não acontecer.
Fonte: Uol Mulher
É quando uma pessoa não está feliz por não ter um desejo satisfeito, mas também existem pessoas que tem complexo de frustração, que se decepcionam por qualquer coisa.
E não adianta ... por mais que a gente tente se preservar, a frustração é inevitável e faz parte da vida.
Mas a frustração pode ser encarada como uma oportunidade de aprendizado, se aceitarmos que nem sempre teremos nossas expectativas atendidas. A vida não acontece da forma que a gente quer, e sabendo lidar com isso nos tornamos pessoas mais maduras, a ter autocontrole e tolerância.
"Quando você descobre que o mundo não é como gostaria, percebe que precisa se adaptar a ele. A capacidade de tolerar as frustrações é um componente da inteligência emocional. E não é possível viver em sociedade sem essa habilidade", afirma a psicóloga Lilian Graziano, doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP).
E como os pais podem lidar com isso com os seus filhos?
Se olharmos a nossa volta, com ritmo de vida frenético, muitas vezes delegando a babás e escolas de turno integral a educação dos filhos, muitos pais tentam compensar a ausência atendendo a todos os pedidos dos pequenos. Pais que acreditam ter que corresponder a todas as expectativas dos filhos, não impondo limites ás vontades deles estão, na verdade, prejudicando-os. À primeira contrariedade, poderão cair em tristeza profunda, ficar com a autoestima abalada, ou então encarnar aquela cena desagradável de criança se jogando no chão, aos berros, quando lhe é negado alguma coisa. E pensar que na vida adulta, ao interagir com outras pessoas, elas não serão poupadas ...
"Crianças superprotegidas dessa forma acabam tendo mais dificuldades de conviver com os outros, além de apresentarem problemas para lidar com as próprias falhas", afirma Lilian.
O ideal é usar o sentimento de frustração como um impulso para buscar novas alternativas e seguir em frente, não ficar paralisado diante do que deu errado, analisar se vale a pena insistir ou ir atrás de outras opções, o famoso "plano B".
Também vale tentar identificar de que forma as nossas atitudes poderiam ter contribuído para mudar o rumo da história.
"No amor isso é muito comum. A pessoa escolhe sempre o mesmo tipo de parceiro e se frustra, mas não enxerga a responsabilidade dela na maneira como o relacionamento se desenvolve", diz a psicóloga Andreia Calçada, especialista em neuropsicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
É importante enfrentar a situação, refletir e buscar outras maneiras de se realizar. Frustração faz parte da vida, mas são nossos desejos e objetivos que nos motivam a dar a volta por cima e seguir em frente. Mas é fundamental entender que nem tudo está sob nosso controle, que de nada adianta colocar nossas expectativas nas mãos dos outros, muito menos depositar altas esperanças em coisas ou pessoas, para evitar se magoar e esperar algo que possa vir a não acontecer.
Fonte: Uol Mulher
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Obesidade Infantil
Foi-se o tempo que um bebê fofinho e cheio de dobrinhas era sinônimo de criança saudável - que nossas avós não nos ouçam.
Hoje sabemos que a obesidade é uma doença que pode acarretar diversos outros males, como diabetes e hipertensão.
Pesquisa do pediatra Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo, mostra que 22% das crianças entre dois e cinco anos estão com sobrepeso (mais do que nos Estados Unidos, considerado o país mais gordo do mundo), e 6% delas já são consideradas obesas. E é grande o índice de crianças obesas que se tornam adultos obesos.
Engravidar com sobrepeso ou engordar demais durante a gestação faz com que a mulher dê à luz bebês mais gordinhos, o que pode persistir até por volta dos quatro ou cinco anos de vida da criança. Os hábitos alimentares da mãe (bons e maus) influenciam o bebê desde o útero: ao consumir o líquido amniótico para desenvolver o trato gastrointestinal, o feto acostuma-se aos diferentes sabores consumidos pela mãe. E aí começa a se desenvolver o paladar infantil. Por isso, quanto mais saudável e variado o cardápio da mãe, melhor para a saúde de ambos.
O leite materno tem todos os nutrientes necessários para os seis primeiros meses de vida do bebê mas, se ele está engordando demais só com as mamadas, é bom analisar a dieta da mãe, que pode estar consumindo muito açúcar a ponto de comprometer a composição do leite, alerta Fabíola Suano, pediatra membro do Comitê de Nutrologia da SBP e uma das autoras do manual citado acima.
Ute Alexy, pesquisadora da Universidade de Born, na Alemanha, atesta que crianças alimentadas com fórmulas nos seis primeiros meses ingerem 1,6 vez mais proteínas por quilo de peso dos que as alimentadas no peito. E ao ingerir mais proteína do que o necessário, pode acontecer o aumento da secreção de insulina, contribuindo para o armazenamento de células gordurosas. Sem falar que mamar no seio exige mais esforço da criança, enquanto que na mamadeira ela pode acabar ingerindo mais do que precisa, pois a sucção é mais fácil.
Ao ser introduzida a alimentação sólida, a partir dos seis meses de vida, e durante a primeira infância, é necessária a orientação de um pediatra, pois a criança tem necessidades nutricionais diferentes por estar em fase de crescimento. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), neste período ela dobra de tamanho e o peso aumenta cinco vezes. Nesta fase, é indicado não adicionar sal e outros temperos, principalmente os industrializados. E óleo vegetal, se for o caso, só no final do preparo do alimento (ao ser usado para refogar ele se transforma em gordura trans, que colabora com um ganho de peso não saudável).
Dicas para hábitos alimentares saudáveis:
* Crie um ambiente tranquilo na hora das refeições, sem televisão, para que a criança saboreie os alimentos e não se distraia comendo demais.
* Não oferecer sucos e outros líquidos durante as refeições, principalmente os gasosos. Eles causam distensão gástrica e aumentam a capacidade de ingestão de comida.
* Nada de engrossar o leite com farinhas e outros produtos - fornecem mais calorias do que a criança precisa. E evite adoçar o leite até os 11 meses de vida.
* No caso de sobremesa, evite as lácteas por um período de uma hora após a refeição. O cálcio interage com o ferro da comida e prejudica a absorção de ambos no organismo.
* Em vez de salgadinhos de pacote (fonte de sódio e gorduras), prefira pipoca feita em casa, com óleo de soja. E nada de deixar o saleiro à mesa.
* Dê preferência aos alimentos integrais, ricos em fibras que facilitam o trânsito intestinal e ainda criam uma barreira que dificulta a absorção de açúcar e gordura.
* A partir dos dois anos, substitua o leite integral e seus derivados pelos de baixo teor de gordura.
* Reserve um tempo para fazer caminhadas e atividades ao ar livre, como andar de bicicleta. Também controle o tempo que a criança está inativa, assistindo TV ou no videogame - duas horas por dia é um bom período.
* Variedade no cardápio é fundamental, ofereça alimentos novos, capriche num visual atraente, teste cada um em diferentes tipos de preparo. Mas lembre-se: de nada adianta querer que a criança coma legumes, verduras e frutas se o restante da família só se alimenta de carboidratos, por exemplo. Cada alimento deve ser apresentado pelo menos por 10 vezes, de preferência em diferentes formas, para só então ser taxado como não aceito.
Fonte: Portal UOL
Hoje sabemos que a obesidade é uma doença que pode acarretar diversos outros males, como diabetes e hipertensão.
Pesquisa do pediatra Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo, mostra que 22% das crianças entre dois e cinco anos estão com sobrepeso (mais do que nos Estados Unidos, considerado o país mais gordo do mundo), e 6% delas já são consideradas obesas. E é grande o índice de crianças obesas que se tornam adultos obesos.
O documento "Obesidade na Infância e Adolescência: Manual de Orientação do Departamento Científico de Nutrologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria)" relata que os mil primeiros dias do bebê (incluídos a gestação) é uma fase decisiva para o desenvolvimento da obesidade.
O "Estudo Nutriplanet Danone Baby Nutrition – Revisão Sistemática da Literatura Científica sobre o Contexto Alimentar e Nutricional de Gestantes, Lactantes, Lactentes e Primeira Infância", de 2012, revelou que 31% das grávidas brasileiras são obesas e se alimentam a base de carboidratos, proteínas e sódio, deixando de lado a ingestão de fibras, cálcio, ferro e outros grupos alimentares.Engravidar com sobrepeso ou engordar demais durante a gestação faz com que a mulher dê à luz bebês mais gordinhos, o que pode persistir até por volta dos quatro ou cinco anos de vida da criança. Os hábitos alimentares da mãe (bons e maus) influenciam o bebê desde o útero: ao consumir o líquido amniótico para desenvolver o trato gastrointestinal, o feto acostuma-se aos diferentes sabores consumidos pela mãe. E aí começa a se desenvolver o paladar infantil. Por isso, quanto mais saudável e variado o cardápio da mãe, melhor para a saúde de ambos.
O leite materno tem todos os nutrientes necessários para os seis primeiros meses de vida do bebê mas, se ele está engordando demais só com as mamadas, é bom analisar a dieta da mãe, que pode estar consumindo muito açúcar a ponto de comprometer a composição do leite, alerta Fabíola Suano, pediatra membro do Comitê de Nutrologia da SBP e uma das autoras do manual citado acima.
Ute Alexy, pesquisadora da Universidade de Born, na Alemanha, atesta que crianças alimentadas com fórmulas nos seis primeiros meses ingerem 1,6 vez mais proteínas por quilo de peso dos que as alimentadas no peito. E ao ingerir mais proteína do que o necessário, pode acontecer o aumento da secreção de insulina, contribuindo para o armazenamento de células gordurosas. Sem falar que mamar no seio exige mais esforço da criança, enquanto que na mamadeira ela pode acabar ingerindo mais do que precisa, pois a sucção é mais fácil.
Ao ser introduzida a alimentação sólida, a partir dos seis meses de vida, e durante a primeira infância, é necessária a orientação de um pediatra, pois a criança tem necessidades nutricionais diferentes por estar em fase de crescimento. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), neste período ela dobra de tamanho e o peso aumenta cinco vezes. Nesta fase, é indicado não adicionar sal e outros temperos, principalmente os industrializados. E óleo vegetal, se for o caso, só no final do preparo do alimento (ao ser usado para refogar ele se transforma em gordura trans, que colabora com um ganho de peso não saudável).
Dicas para hábitos alimentares saudáveis:
* Crie um ambiente tranquilo na hora das refeições, sem televisão, para que a criança saboreie os alimentos e não se distraia comendo demais.
* Não oferecer sucos e outros líquidos durante as refeições, principalmente os gasosos. Eles causam distensão gástrica e aumentam a capacidade de ingestão de comida.
* Nada de engrossar o leite com farinhas e outros produtos - fornecem mais calorias do que a criança precisa. E evite adoçar o leite até os 11 meses de vida.
* No caso de sobremesa, evite as lácteas por um período de uma hora após a refeição. O cálcio interage com o ferro da comida e prejudica a absorção de ambos no organismo.
* Em vez de salgadinhos de pacote (fonte de sódio e gorduras), prefira pipoca feita em casa, com óleo de soja. E nada de deixar o saleiro à mesa.
* Dê preferência aos alimentos integrais, ricos em fibras que facilitam o trânsito intestinal e ainda criam uma barreira que dificulta a absorção de açúcar e gordura.
* A partir dos dois anos, substitua o leite integral e seus derivados pelos de baixo teor de gordura.
* Reserve um tempo para fazer caminhadas e atividades ao ar livre, como andar de bicicleta. Também controle o tempo que a criança está inativa, assistindo TV ou no videogame - duas horas por dia é um bom período.
* Variedade no cardápio é fundamental, ofereça alimentos novos, capriche num visual atraente, teste cada um em diferentes tipos de preparo. Mas lembre-se: de nada adianta querer que a criança coma legumes, verduras e frutas se o restante da família só se alimenta de carboidratos, por exemplo. Cada alimento deve ser apresentado pelo menos por 10 vezes, de preferência em diferentes formas, para só então ser taxado como não aceito.
Fonte: Portal UOL
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Poluição
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta: cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição o ar.
Reduzir a poluição poderia salvar milhares de vidas, pois os dados comprovam que este é o maior fator de risco ambiental para a saúde humana, acarretando doenças coronárias e acidente vascular cerebral (AVC), dentre outras. Uma em cada oito mortes foi causada pela exposição à poluição.
Segundo o estudo, a poluição do ar interior (fogões a carvão e lenha, por exemplo) esteve relacionada a 4,3 milhões de mortes, enquanto a poluição exterior originou cerca de 3,7 milhões de mortes no mundo.
Os números dizem respeito às avaliações cada vez mais detalhadas e rigorosas, por meio de melhores medições e tecnologias. E revelam a ligação entre as exposições externas e internas em relação às doenças cardiovasculares já citadas, além de câncer, e doenças respiratórias (incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas).
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes por poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%). A doença pulmonar obstrutiva crônica soma 11%, o câncer de pulmão 6%, e as infecções respiratórias agudas em crianças respondem por 3%.
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à doença pulmonar obstrutiva crônica, 12% a infecções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
Os países do Sudoeste Asiático e do Pacífico Ocidental são os que registram o maior número de mortes. "As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha", explicou Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças.
Reduzir a poluição poderia salvar milhares de vidas, pois os dados comprovam que este é o maior fator de risco ambiental para a saúde humana, acarretando doenças coronárias e acidente vascular cerebral (AVC), dentre outras. Uma em cada oito mortes foi causada pela exposição à poluição.
Segundo o estudo, a poluição do ar interior (fogões a carvão e lenha, por exemplo) esteve relacionada a 4,3 milhões de mortes, enquanto a poluição exterior originou cerca de 3,7 milhões de mortes no mundo.
Os números dizem respeito às avaliações cada vez mais detalhadas e rigorosas, por meio de melhores medições e tecnologias. E revelam a ligação entre as exposições externas e internas em relação às doenças cardiovasculares já citadas, além de câncer, e doenças respiratórias (incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas).
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes por poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%). A doença pulmonar obstrutiva crônica soma 11%, o câncer de pulmão 6%, e as infecções respiratórias agudas em crianças respondem por 3%.
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à doença pulmonar obstrutiva crônica, 12% a infecções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
Os países do Sudoeste Asiático e do Pacífico Ocidental são os que registram o maior número de mortes. "As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha", explicou Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças.
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