quarta-feira, 30 de abril de 2014

Educação: Turno Integral em SP

A jornalista Cecília Ritto, da revista Veja, fez uma matéria sobre um grupo de escolas estaduais de São Paulo que adotou o turno integral como caminho para sacudir e incrementar a rotina escolar.
Hoje, o estudante brasileiro passa, em média, quatro horas e meia por dia na escola - três horas a menos que um aluno americano ou europeu. Descontando as pausas do recreio e outras dispersões, o
período de aprendizado fica ainda mais comprometido.

Na tentativa de reverter esse quadro desfavorável, 182 escolas estaduais de São Paulo estão experimentando o turno integral, onde crianças e adolescentes permanecem em atividades das 7:30h às 17h. Eles podem escolher entre vários cursos que combinem duas ou mais matérias em experimentos que ajudam a sedimentar os conceitos do currículo escolar.
Um dos cursos que mais despertam interesse é o "CSI" (uma alusão ao seriado americano Crime Scene Investigation, um baita sucesso, e que retrata o cotidiano de investigadores judiciais), que interlaça a matemática, a física e a química para elucidar crimes hipotéticos. "O tempo que ganhamos se traduziu em um ensino menos abstrato e mais conectado à vida dos estudantes", avalia Maria de Fátima Rizzo, diretora de uma das escolas. 
Passado o susto inicial pela carga horária expandida, os estudantes aprovam com gosto esse formato de escola mais vibrante e sintonizada com a curiosidade característica dos jovens.

Essas escolas buscam atender o aluno de uma forma personalizada,  onde cada um traça seu projeto de vida,  através de suas aspirações e aptidões. Neste processo, é acompanhado e orientado por um "tutor", profissional que ajuda os estudantes a escolher as disciplinas com as quais tem mais afinidade e interesse. Para desempenharem a função, os professores passam por um treinamento de seis meses, em regime de dedicação exclusiva.

Apenas 4% das escolas brasileiras de ensino médio funcionam hoje em regime integral.
O modelo começou a ser implantado em Pernambuco, há 10 anos atrás, quando um grupo de empresários se interessou por incutir uma cultura de gestão mais moderna nos assuntos escolares, além de contribuir com dinheiro para o êxito do projeto. O resultado deste investimento é que, atualmente, 50% das escolas funcionam em turno integral e dispararam nas notas de avaliação.
Em São Paulo já se percebe a diferença: nas escolas onde o modelo foi adotado as notas de 2013 progrediram 22% (enquanto que o restante da rede de ensino não sofreu alteração).

Segundo o Plano Nacional de Educação (PNE), a meta do governo federal é, daqui a 10 anos, ter metade dos estudantes brasileiros em turno integral. No ano passado foi lançado um programa para canalizar recursos às redes públicas interessadas em ampliar a jornada escolar. Cabe a cada rede apresentar o seu projeto para promover tão indispensável avanço.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Música e Produtividade

Uma pesquisa feita pela Universidade de Miami (EUA), através do Departamento de Musicoterapia, indica que ouvir música durante o expediente de trabalho pode aumentar a produtividade do funcionário.
O estudo foi feito com profissionais de tecnologia e, em geral, aqueles que costumam fazer uso de trilha sonora no trabalho terminam suas tarefas mais rápido e têm ideias melhores, porque o som altera positivamente o humor.



Mas há diferenças nos resultados de acordo com o nível de experiência do profissional. Pessoas com "experiência moderada" foram as que mais se beneficiaram, enquanto não foram sentidos grandes aumentos na produtividade dos mais experientes. Pros novatos, a música pode servir de distração.

Ao ouvir música, é ativada  uma parte do cérebro chamada núcleo accumbens, região que comanda a liberação de dopamina (um neurotransmissor chamado de "químico do prazer"). Mas não basta colocar os fones e correr pro abraço: a quantidade de dopamina liberada depende do elemento surpresa. Isso mesmo! Quando se escuta uma música incrível, porém desconhecida até então, a quantidade de dopamina liberada é bem maior do que quando se escuta a música preferida pela milionésima vez.
A música que ouvimos muda a forma de como nos sentimos.

Segundo matéria da revista Galileu, é possível usar a música a nosso favor para aumentar a produtividade durante o trabalho.
Seguem as dicas:

* Para terminar tarefas chatas e/ou repetitivas rapidamente:
Estudo publicado pela revista Neuroscience of Behavior and Physiology notou que a habilidade de uma pessoa de reconhecer imagens, letras ou números aumentava quando ela ouvia rock ou música clássica. Funcionários de uma linha de montagem cometiam menos erros e trabalhavam mais rápido ouvindo estes tipos de músicas em seus fones de ouvidos.

* Para diminuir a tensão:
Ouvir o gênero musical preferido ajuda a diminuir a tensão, independente do tipo de música.

* Melhorar a concentração:
Prefira músicas já conhecidas ou opte por músicas instrumentais.

* Aumentar a criatividade:
O ideal é um barulho neutro, que não seja o silêncio absoluto, mas que também não é música, tipo o som ambiente de uma cafeteria, por exemplo. Pasme... tem até uma ferramenta que simula o som desse ambiente, o Coffitivity.

* O assunto é novidade?
Então aperte o pause, o silêncio é a melhor opção. Um estudo da Universidade do Instituto de Gales mostrou que pessoas que precisavam decorar uma sequência de sons e números tiveram maiores dificuldades de lembrar da ordem enquanto tocava uma música baixinha de fundo.
Mas ao realizar atividades que você domina total, outro estudo revelou que cirurgiões experientes faziam operações mais rápidas e precisas quando ouviam uma boa trilha musical.



sexta-feira, 25 de abril de 2014

Fofoca nas Empresas


Segundo pesquisa realizada Randstad Corporation e divulgada pela Folha de São Paulo, a fofoca consome 65 horas de trabalho por ano de cada funcionário, e é o principal motivo de aborrecimento e desmotivação nas empresas, agravada atualmente pela expansão no uso das redes sociais.

O problema é tão crescente como uma das principais queixas nas corporações, que o consultor Sam Chapman, fundador da empresa Parson Group e presidente da Empower Public Relations, escreveu o livro "A Empresa Livre de Fofocas - Como manter o ambiente de trabalho saudável e altamente produtivo" (Faro Editorial).


 

Para o autor, falar sobre a vida pessoal e profissional é tão comum quanto destrutivo para as empresas, a ponto de comprometer a produtividade de equipes inteiras, e deixando o ambiente impregnado do "disse-me-disse", do "já sabe da última" (expressões tão usuais, independentes do tamanho e da origem da empresa).

Quanto às críticas que Chapman recebeu relacionadas à liberdade de expressão, ele declara: "a liberdade de expressão lhe dá o direito de expressar o que está em sua mente, mas, se isto extrapola os limites do que é aceitável corporativamente, você deve estar preparado para aceitar as consequências".

O livro apresenta vários casos e sugestões para que os gestores possam se livrar do problema.
É difícil implementar uma política contra comentários maldosos mas, segundo o consultor, o retorno compensa o esforço. Tanto que adotou em sua empresa o conceito de "espaço livre de fofocas" que, mais do que escolha, tornou-se um requisito de trabalho.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ortorexia

Ortorexia ... você já ouviu falar?

É um transtorno alimentar ainda pouco divulgado, mas que vem preocupando os especialistas. Surge quando a pessoa se torna obsessiva quanto aos padrões daquilo que come, fixando-se exclusivamente na alimentação saudável,  sem químicas, agrotóxicos ou aditivos.
O termo foi usado pela primeira vez pelo médico americano Steven Bratman que, em 2001, após observar episódios constantes de pessoas com problema, lançou o livro "Health Food Junkies" (algo como Viciados em Alimentação Saudável).



Você pode se perguntar: mas essa alimentação natural não é a mais recomendada?
Não da forma e na intensidade com que os ortoréxicos se comportam. A alimentação saudável não deve se restringir a certos grupos alimentares, deve ser balanceada e ter os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo.
Na ortorexia a pessoa fica tão obcecada com o que come que todos os seus pensamentos voltam-se apenas para a dieta, e não se permitem, de forma alguma, nem um pequeno desvio dos alimentos "autorizados". Permitem-se apenas alimentos saudáveis, e vasculham em pormenores o valor nutricional de cada elemento que ingerem. Calorias, nutrientes e vitaminas - só isso é levado em consideração ao compor o cardápio, e qualquer coisa que não está nessa "lista permitida"  não é consumida.

Segundo a nutricionista Lanuzza Meireles, do Hospital Anchieta, no Distrito Federal, o ortorexia também é caracterizada pela obsessão em conhecer a origem dos alimentos, como foram plantados e colhidos, os processos até chegar ao consumidor, contar as calorias e ler o rótulo de cima a baixo - tudo isso são indícios de que os hábitos alimentares podem estar fora do controle. Desta forma, as opções ficam cada vez mais restritas, comprometendo o funcionamento do organismo. "Normalmente, quando a pessoa não sabe a origem do produto, deixa de comê-lo. Pode haver, inclusive, a curiosidade em saber o sexo da animal que foi servido. A resposta influenciará na recusa da comida", afirma Lanuzza.

Geralmente essas pessoas excluem grupos como carnes, laticínios, gorduras e carboidratos, e não fazem a substituição adequada, o que pode levar a carências nutricionais. Assim, anemia e osteoporose podem ser algumas das consequências desse distúrbio a longo prazo, potencializadas pela perda de peso acentuada. "Há grande necessidade no corpo de vitaminas e minerais, principalmente o ferro e o cálcio. Sem eles, existe um comprometimento da saúde do indivíduo", explica a nutricionista Lanuzza.

O transtorno também prejudica as relações sociais. Jantares fora de casa, reuniões e eventos se tornam um problema, pois nessas ocasiões há um risco maior de "quebrar as regras". Pode haver um isolamento porque o fascínio pela dieta saudável torna-se o centro da vida da pessoa, que acredita estar fazendo as escolhas certas.

Segundo a nutróloga Maria Del Rosario, diretora científica do Departamento de Transtornos do Comportamento Alimentar da Associação Brasileira de Nutrologia, para tratar um ortoréxico é feito um histórico alimentar do paciente para identificar as carências nutricionais, observa-se se há unhas quebradiças e queda de cabelo e, deste modo, identificar os problemas que a má alimentação trouxe ao organismo. Pode ser recomendada a suplementação e adequação da dieta e, em casos mais complexos, até o encaminhamento ao psicólogo e/ou psiquiatra.

Para evitar o transtorno alimentar é recomendado o bom senso na ingestão dos alimentos, compor um cardápio balanceado e variado, contendo porções dos diversos grupos alimentares necessários à saúde, e não ficar restrito (e muito menos obcecado) apenas a este ou aquele tipo de alimento. Em caso de dúvida, procure um especialista para esclarecer quais benefícios de cada alimento e de que forma montar um cardápio adequado para as necessidades de uma vida realmente saudável.

Fonte: alimentacaosaudavel.org/ Revista Donna


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Bagunça

Pode entrar... só não repara a bagunça...
Quem nunca disse e/ou ouviu essa frase?



Segundo pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, um ambiente bagunçado limita a capacidade do cérebro de processar informações e guardá-las na memória, atrapalha a nossa capacidade de prestar atenção em uma atividade, e essa condição leva ao estresse e à irritação.

"A energia que a bagunça exige do nosso cérebro acaba por cansá-lo mais rápido", afirma a psiquiatra e psicoterapeuta Luciana Gioia de Deus. A médica usa como exemplo o processo de se vestir: em um guarda-roupa bagunçado a gente não consegue encontrar com facilidade a peça que quer. Mas, se estiver em ordem, é só bater o olho que o cérebro localiza e decide o que vestir. "É uma economia de energia cerebral que pode ser aproveitada em outras atividades do dia a dia", avalia Luciana.
Se isso acontece logo nas primeiras horas da manhã, de procurar e não achar uma determinada roupa para vestir, já deixa aquela sensação de frustração e cansaço pelo resto do dia.

Talvez por isso o processo de mudança de endereço seja tão penoso para grande parte das pessoas - uma casa nova, cheia de caixas espalhadas e com objetos misturados pelos cômodos, é uma poluição visual que acaba por estressar e distrair os moradores.

Essa relação entre bagunça e concentração vale tanto para o ambiente doméstico quanto o profissional. E, no escritório, o quadro se agrava por conta das exigências de produtividade. "Quanto mais estímulo visual, mais dificuldades o cérebro vai ter de se concentrar no que é mais importante na ocasião. Não precisa nem ser o ambiente de trabalho todo. A mesa já pode ser suficiente para atrapalhar", diz o psiquiatra Duílio Antero de Camargo, coordenador do Grupo de Saúde Mental e Psiquiatria do Trabalho do Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas de São Paulo.
Essa perturbação pode afetar o coletivo, e não se limita a encontrar um objeto específico no meio da desordem, mas o fato é que a bagunça em si é o que causa a poluição visual e, consequentemente, a distração.



A dica é: reserve 15 minutos por dia para organizar qualquer coisa, seja uma gaveta, um armário, a despensa, a mesa de trabalho ... esse tempo pode parecer pouco, mas faz uma enorme diferença.
"Organização é sinônimo de qualidade de vida", afirma a organizadora pessoal Valéria Duarte.
O mais comum é a pessoa não saber como começar a arrumação então, o ideal é fazer um plano de ação e se concentrar na tarefa, de modo que a própria pessoa possa manter as coisas organizadas no dia a dia. "O ganho de tempo e a qualidade de vida são os principais benefícios", incentiva a organizadora.

Fonte: Portal UOL

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Professores sem formação

No Brasil, 51,7% dos professores do ensino médio não tem licenciatura na disciplina que dá aulas.
Os dados são do Censo Escolar 2013, e foram compilados pela ONG Todos pela Educação.
Notícia triste para começar a semana ...



Na disciplina de Física, 80% dos professores não são formados na área, e em Química 66,3%. Artes é a matéria com maior deficiência, pois apenas 14,9% dos professores são licenciados. Já o melhor índice é em Língua Portuguesa, onde 73,2% dos professores são formados na área.

O Nordeste é a região com pior situação:  66% dos docentes não são formados na área em que dão aula. No Centro-Oeste o índice é de 60,5%, na região Norte é 55%, no Sul é 41,9% e no Sudeste o percentual é de 42%.

Nos anos finais ensino fundamental a situação é ainda mais alarmante: 67,2% dos docentes não são habilitados. E o Nordeste segue com os piores índices, com 82,4% dos professores não formados nas áreas em que atuam, seguido pela região Norte (81,9%) e pelo Centro-Oeste (64,3%).
Nessa etapa do ensino, apenas 28,1% dos professores de Geografia são formados na disciplina, em História são 31,6%, e em Ciências são 34,2%. 

Uma auditoria feita em março pelo Tribunal de Contas da União, indicou uma carência de 32 mil professores com formação específica nas 12 disciplinas do nível médio.
Foi-se o tempo que o sonho de toda menina era ser professora. A profissão já não mais encanta os jovens, principalmente pelos baixos salários oferecidos - o piso nacional de R$ 1.697,39 para 40 horas de trabalho deixa muito a desejar.

Pros que decidiram seguir carreira em sala de aula, é cada vez maior a insatisfação e o desprestígio profissional, causando uma evasão para outros mercados de trabalho.
A formação e a valorização do professor é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que está em discussão na Câmara dos Deputados e deve ser votado em 22 de abril.

E já é tarde ... uma pesquisa internacional feita em outubro de 2013, mostrou que, entre 21 países, o Brasil fica em penúltimo lugar em relação ao respeito e à valorização dos seus professores ...

Quantas gerações serão necessárias para mudar este cenário para melhor?

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Home Office

Fugir do trânsito caótico? Maior independência no gerenciamento do tempo? Trabalhar na empresa em meio período? Ter mais qualidade de vida pessoal e profissional? Quem não quer ...



O home office é uma realidade recente em muitas empresas, e vem crescendo em todo o mundo. É a prática de trabalhar em casa, tendo um escritório no lar a fim de cumprir total ou parcialmente as tarefas de trabalho, sem a necessidade de se deslocar até o escritório da empresa em que trabalha.

Segundo o Top Employers Institute, empresa que pesquisa e certifica as práticas de Recursos Humanos em todo o mundo, 15% das companhias brasileiras aderiram ao home office para os seus colaboradores - em 2013 esse índice era de 6%. Para ser ter uma ideia desse modelo, no Reino Unido 65% dos profissionais trabalham em casa, na Holanda 60% e na Alemanha 58%.

Outros dados desta pesquisa mostram que 45% das empresas brasileiras têm práticas de trabalho com tempo flexível, enquanto que a média mundial é de 77%.
Essa mudança de perfil mostra que as empresas brasileiras estão de moldando ao novo mercado de trabalho e  às novas realidades da sociedade. "As tecnologias estão aproximando as pessoas, ao mesmo tempo em que o trânsito e os custos de locomoção dificultam os trajetos das pessoas. Assim as empresas estão encontrando meios de seguirem produzindo, mantendo o colaborador ativo e alinhado com a companhia", diz Fabiane Panaro, responsável pela Top Employers no Brasil.

Mas nem tudo são flores... Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia e da London Business School, quem trabalha em casa tem menos chances de ser promovido. Em outras palavras, está valendo o ditado "quem não é visto, não é lembrado". Depois de 10 anos de pesquisa, eles concluíram que os funcionários presenciais são mais lembrados entre os grupos que cumprem seus horários e os que excedem suas jornadas - ou seja, o tempo que a pessoa passa no escritório afeta a sua avaliação. Quando se trata de uma pessoa que cumpre seu horário de trabalho, os diretores foram 9% mais propensos a dizer que era confiável e responsável. Esse índice sobre para 25% quando se fala de um colaborador que excede o tempo de trabalho.

Censo 2010:
Dados do Censo de 2010 apontam que mais de 30 milhões de brasileiros optaram pelo home office, ou seja, dos 68,2% com alguma ocupação profissional, 23,1% executa as tarefas direto de casa.
O baixo custo é um dos principais atrativos que levam a migração de profissionais autônomos para o home office. Mas o principal risco de quem decide trabalhar em casa é não saber a hora de parar e dar fim ao expediente de trabalho.



Como render mais no home office?
* Se organize e estabeleça horários e rotinas.
* Tenha um local adequado, o ideal é ter o seu próprio cômodo para que não interfira na rotina da casa e dos outros moradores.
* Tenha disciplina, concentração e foco.
* Mantenha o equilíbrio entre vida doméstica e profissional.
* Tenha privacidade e evite que outras pessoas entrem no escritório para usar o telefone ou o computador,  por exemplo.
* Evite o isolamento profissional.

Fonte: Revista Pense Empregos